Raphinha analisa o Grupo do Brasil na Copa de 2026 e manda recado: “Prefiro encarar todos como os mais difíceis”
A Seleção Brasileira já conhece seus adversários na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, e as análises começaram a surgir entre jogadores e torcedores. Um dos primeiros a comentar sobre o sorteio foi Raphinha, que falou abertamente sobre Marrocos, Haiti e Escócia, rivais do Brasil no Grupo C. O atacante destacou que não existe adversário simples em Copa e que a Seleção precisa entrar em campo com intensidade máxima desde o primeiro jogo.
A entrevista aconteceu logo após a divulgação oficial dos grupos, e o jogador adotou um discurso de foco total. Para Raphinha, a chave é difícil como qualquer outra, principalmente porque todas as seleções chegam motivadas e preparadas para surpreender.
Raphinha prega respeito e concentração total
Ao comentar sobre o sorteio, Raphinha evitou qualquer clima de favoritismo. Ele afirmou que prefere tratar todos os confrontos como se fossem contra os adversários mais fortes possíveis. Segundo o atacante, a Copa do Mundo não permite relaxamento, e entrar em campo com essa mentalidade é essencial para evitar surpresas indesejadas.
Raphinha ressaltou que cada jogo terá sua própria complexidade. Marrocos vem de grande campanha no último Mundial e manteve boa parte de sua base. A Escócia volta ao torneio depois de longo período sem participar e chega embalada por uma classificação emocionante. O Haiti, por sua vez, vive momento histórico e chega sem pressão, o que pode torná-lo um rival perigoso.
Brasil entra pressionado, mas confiante
O atacante reconheceu que disputar uma Copa do Mundo sempre traz uma carga emocional enorme, principalmente para uma seleção como o Brasil. Mesmo assim, ele garantiu que a equipe está preparada para lidar com a expectativa e tem condições de fazer uma grande campanha.
Raphinha também destacou que o grupo está motivado e que o ambiente interno influencia diretamente no rendimento dentro de campo. O objetivo é chegar ao Mundial com o elenco no melhor nível físico e técnico para evitar qualquer tropeço logo na fase inicial.

O que vem pela frente
A chave do Brasil exige planejamento detalhado. A estreia será contra Marrocos, um teste difícil logo de cara. Depois vem o Haiti, que busca surpreender e não tem nada a perder. O último duelo será contra a Escócia, seleção que costuma competir com intensidade e pode complicar se o jogo estiver em aberto.
Para Raphinha, todos esses fatores reforçam sua visão de que não há confronto fácil. A Copa é imprevisível, e a Seleção precisa começar forte, terminar forte e encarar cada adversário como se fosse uma final.
